O regresso da Blimunda inspirou-me de imediato a fazer um post e interromper assim, as filosofias de bolso furado, com que tenho, incrível e indiscutivelmente, animado … Esperem aí, tenho que fazer uma pausa, não sei o que deva escrever depois de animado; animado é algo que está vivo.
Esqueçam. Ser autêntico é a única ética irrepreensível.
Acontece que de há uns tempos a esta parte, de cada vez que sou autêntico, sinto-me um estúpido, um ignorante, um inculto, um tipo a falar braille.
Aqui na blogoesfera isso não sucede, porque vos leio, porque todos vós sois parvos, estúpidos e portanto sinto-me acolhido nesta minoria, que não teve a sorte de partilhar os altos ditames da inteligência da maior parte da humanidade.
Oh, não vos trato mal meus amigos, estou a ser autêntico. Por email falo com os meus Mestres, na blogoesfera, nesta parte cíclica que felizmente temos, já não me sinto um pato numa família alargada e humanitária, de elefantes.
Não, não tenho medo que me esmaguem. E convenhamos que se o Elefante se lava com a tromba, eu me lavo com o bico, mas estou cansado, pensam que as minhas asas são orelhas.
Basta. Estamos fartos Privada, cala-te.
Bom regresso Blimunda, agora estamos cá todos, embora a Saphou esteja ainda naquela fase da paixão, mas estamos de novo, de regresso, a mais um ano, que esperamos não estar tanto na Net, é sinal que lá fora, o ar desanuviou.
Esqueçam. Ser autêntico é a única ética irrepreensível.
Acontece que de há uns tempos a esta parte, de cada vez que sou autêntico, sinto-me um estúpido, um ignorante, um inculto, um tipo a falar braille.
Aqui na blogoesfera isso não sucede, porque vos leio, porque todos vós sois parvos, estúpidos e portanto sinto-me acolhido nesta minoria, que não teve a sorte de partilhar os altos ditames da inteligência da maior parte da humanidade.
Oh, não vos trato mal meus amigos, estou a ser autêntico. Por email falo com os meus Mestres, na blogoesfera, nesta parte cíclica que felizmente temos, já não me sinto um pato numa família alargada e humanitária, de elefantes.
Não, não tenho medo que me esmaguem. E convenhamos que se o Elefante se lava com a tromba, eu me lavo com o bico, mas estou cansado, pensam que as minhas asas são orelhas.
Basta. Estamos fartos Privada, cala-te.
Bom regresso Blimunda, agora estamos cá todos, embora a Saphou esteja ainda naquela fase da paixão, mas estamos de novo, de regresso, a mais um ano, que esperamos não estar tanto na Net, é sinal que lá fora, o ar desanuviou.
Espero o momento, de ver da janela, um grupo de patos, mas por favor meus amigos, venham silenciosos como os elefantes, saltarei de imediato, talvez a Saphou traga a corneta, e possamos por fim ecoar pelas ruas diritambos omitidos.
5 comments:
as filosofias de bolso furado ?
qual bolso furado ?o das calças ? ou da camisa ?
Fundamental esta precisão para que possamos avaliar da elevação das ideias
Batatas, privada, fiquei deprimida.
"mas estamos de novo, de regresso, a mais um ano, que esperamos não estar tanto na Net, é sinal que lá fora, o ar desanuviou" é terrível. Então eu ando tanto por aqui porque o ar lá de fora está poluído? Não é por gostar daqui, é porque fora daqui não está bom tempo?
Caramba. Bem me dizia o meu vizinho do cimo das escadas que devia desconfiar de mim própria.
Desculpa a ausência, amigo. Bolas, acho que também fiquei deprimida. Sim, estamos todos cá. Um beijo.
Os vossos comentarios fazem-me sentir uma Ana Bola :-)))))))))))))
É aquele bolso das calças da Mofina, só há uma hipotese de lá tirar as mãos, é esperar que elas saiam pelos pés. E para tal, temos que retomar a uma especie de posição fetal, ou antes envelope humano, e espalmadinhos, pode ser que alguem nos carimbe e nos mande pelo correio.
Este é o bolso da Mofina, o meu é apenas umas calças de tirilene, às riscas, com a ponta do bolso furado para segurar a pistola pelo cano.
Por exemplo, se fosse o bolso da Clara, pelo buraco caia uma toalha de flanela, que ela retira em ocasiões especiais para fazer piqueniques nos jardins.
E no seu bolso Luis? o que podemos encontrar no seu bolso furado? Todos temos um, digo eu.
Mexe no meu bolso, mexe...
Bem-vinda Maria Blimunda!
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